A história da aviação vai muito além da tecnologia. Ela também vive na memória, na preservação e na paixão de quem mantém esse legado no ar. Pensando na importância da aviação histórica, o H44 Horizonte foi a Jaraguá do Sul, Santa Catarina, conhecer a Hangar 33 e o acervo idealizado pelo empresário Denis Lunelli, uma referência quando o assunto é a preservação do patrimônio aeronáutico no Brasil.
Durante a visita, acompanhamos de perto a preparação para o voo com a réplica da Demoiselle, aeronave criada por Santos Dumont e símbolo da genialidade brasileira nos primórdios da aviação, nos céus da França a partir de 1907.
O acervo também reúne modelos marcantes da aviação histórica civil e militar, com histórias que ajudam a entender a evolução das aeronaves ao longo do tempo. Entre os destaques estão os clássicos Antonov, o lendário triplano Fokker Dr.I, avião mais famoso associado ao “Barão Vermelho” (Manfred von Richthofen), durante a Primeira Guerra Mundial, e o North American T-6 Texan, o famoso T-Meia, primeiro modelo operado pela Esquadrilha da Fumaça.


O acervo é particular e não está aberto à visitação pública diária, mas essas aeronaves seguem vivas em eventos e demonstrações aéreas, preservando a cultura da aviação clássica para novas gerações.
Assista à entrevista completa e aos bastidores desse voo histórico.
A preservação da memória tecnológica é um dos pilares para compreendermos a inovação do presente. Deixe nos comentários qual dessas aeronaves, símbolos vivos da aviação histórica e clássica, mais chama a sua atenção.


